Da ISO 37301 à prática: Ciclo TRACE aplicado ao Sistema de Gestão de Compliance do TRE-GO

  • Entidade(s) Responsável(is): A instituição proponente e responsável pela aplicação da prática é o TRE-GO. A metodologia encontra-se aplicada ao SGC do Tribunal, em Goiânia, Goiás. Ilana Murici Ayres é a responsável técnica pela concepção da aplicação, pela estruturação metodológica, pela manutenção, pela revisão periódica e pela autorização das atualizações do TRACE. Também participou da implementação do SGC como Compliance Officer e Auditora Líder ISO 37301 e elaborou o Manual do SGC como produto técnico do Mestrado em Governança e Transformação Digital da UFT. O SGC possui governança institucional composta pela Política e pelo Programa de Integridade, pelo Comitê de Integridade Corporativa e pela função de Compliance Officer. A continuidade operacional da prática ocorre no TRE-GO, com manutenção dos controles, monitoramento, auditoria, análise crítica e melhoria. O Ciclo TRACE incorporado ao Manual registra referência autoral de Flávio Roldão de Carvalho Lelis, Ilana Murici Ayres, José Carlos Lucio Maia e Giovana Lucio Maia. A aplicação ao SGC, sua sistematização técnico-acadêmica e a curadoria do produto são conduzidas por Ilana Murici Ayres.
  • Categorias da Gestão da Informação: Gestão do Conhecimento Organizacional, Compliance e Integridade Digital, Transformação Digital e Modelagem de Processos
  • Palavras-chave: Ciclo TRACE, ISO 37301, compliance público, gestão do conhecimento, aprendizagem institucional

Resumo executivo

A prática consiste na aplicação do Ciclo TRACE ao SGC do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, com a finalidade de transformar os requisitos da NBR ISO 37301 em decisões, processos, responsabilidades, controles, documentos e evidências verificáveis. A solução responde a uma dificuldade recorrente no setor público: compreender a norma, convertê-la em rotina institucional e preservar o conhecimento necessário à manutenção e à melhoria do sistema.

A metodologia aplicada foi concebida e sistematizada por Ilana Murici Ayres a partir da experiência de implementação do SGC do TRE-GO, onde a prática se encontra em funcionamento. O sistema possui estrutura de governança formada pela Política e pelo Programa de Integridade, pelo Comitê de Integridade Corporativa e pela função de Compliance Officer, articulados a processos de gestão de riscos, controles, comunicação, capacitação, auditoria, análise crítica e melhoria contínua.

O TRACE organiza o ciclo de gestão em cinco fases: As-Is (destinada ao diagnóstico do contexto, das obrigações, dos riscos e dos controles existentes); To-Be (voltada à definição do estado desejado; To-Do (dedicada ao planejamento e à execução das ações); To-See – Daily (direcionada ao monitoramento contínuo dos indicadores, controles e evidências) e To-Learn (destinada à análise crítica, à correção de fragilidades e à aprendizagem institucional).

A prática foi documentada no Manual do SGC, produto técnico de 67 páginas que organiza os requisitos dos capítulos 4 a 10 da ISO 37301 em cinco macroetapas e 20 etapas interdependentes. A solução identifica 35 possíveis artefatos documentais, apresenta estruturas mínimas para sua elaboração e disponibiliza cinco modelos orientativos. Cada uma das cinco fases do TRACE contém 12 passos, totalizando 60 passos associados a objetivos e entregáveis.

No TRE-GO, a aplicação institucional está associada à implementação e à manutenção do SGC, certificado em 2024 após auditoria externa, com manutenção da certificação em 2025. O sistema também foi registrado no Portal CNJ de Boas Práticas. Esses resultados demonstram funcionamento, continuidade e avaliação independente. O Ciclo TRACE sistematiza esse percurso e passa a orientar a preservação, o monitoramento, a revisão e a transferência do conhecimento produzido.

A inovação está na integração entre compliance, gestão do conhecimento, modelagem de processos, abordagem baseada em riscos, evidências de conformidade e aprendizagem organizacional. A solução é modular, tecnologicamente neutra e aplicável com ferramentas já existentes. Ao converter uma experiência pública real em metodologia estruturada, a prática fortalece a continuidade do SGC no TRE-GO e oferece a outras instituições um caminho adaptável para implementar e aperfeiçoar sistemas de compliance.

Status Atual
Operação Contínua
Premiações recebidas
Sim
Financiamento externo
Não

Vídeo explicativo

Motivação e Justificativa

A ABNT NBR ISO 37301 estabelece requisitos para implementar, manter e melhorar SGC, mas sua natureza prescritiva não oferece um roteiro único para converter cada requisito em sequência de trabalho, responsabilidades, documentos, controles e evidências. No setor público, essa lacuna é ampliada pela complexidade normativa, pela diversidade das estruturas administrativas, pelas mudanças de gestão e pela necessidade de integrar governança, integridade, riscos, processos e prestação de contas.

Na prática, uma organização pode possuir códigos, políticas, comitês, canais de denúncia e controles isolados sem demonstrar como esses componentes formam um sistema. A fragmentação gera sobreposições, lacunas de responsabilidade, baixa rastreabilidade e dependência do conhecimento concentrado em poucas pessoas. Também aumenta o risco de uma implementação apenas documental, sem monitoramento, aprendizagem e melhoria contínua.

O TRE-GO enfrentou esse desafio durante a implementação de seu SGC. O percurso exigiu delimitação de escopo, formalização da governança, identificação de obrigações, avaliação de riscos, estruturação de controles, produção de informação documentada, capacitação, auditoria e análise crítica. A certificação obtida em 2024 e a manutenção da certificação em 2025 demonstraram a viabilidade da aplicação no Poder Judiciário, mas também evidenciaram a necessidade de preservar e transferir o conhecimento produzido.

O Ciclo TRACE foi estruturado para organizar esse conhecimento em um ciclo operacional contínuo. Suas fases conduzem a organização do diagnóstico da situação existente à definição do estado desejado, à execução, ao monitoramento diário e à aprendizagem. A metodologia permite relacionar requisitos normativos a decisões, responsáveis, entregáveis e evidências.

O Manual do SGC documenta a prática e amplia sua capacidade de replicação. Ao reunir macroetapas, etapas, artefatos, modelos e passos operacionais, reduz assimetrias interpretativas, preserva a memória institucional e cria linguagem comum entre liderança, compliance, planejamento, riscos, auditoria, gestão de pessoas, tecnologia, ouvidoria e áreas operacionais.

A prática não pretende assegurar certificação automática nem eliminar a necessidade de análise do contexto. Seu propósito é oferecer um caminho estruturado e adaptável para que organizações públicas passem da intenção normativa à operação baseada em riscos, evidências, monitoramento e aprendizagem.

Objetivos ODS: 
  • 16 - Paz, justiça e instituições eficazes
  • 17 - Parcerias e meios de implementação
Inovação e diferencial: 

A inovação consiste em transformar uma experiência institucional de implementação da ISO 37301 em metodologia operacional, rastreável e transferível. O Ciclo TRACE não se limita a explicar conceitos nem a reproduzir requisitos normativos: organiza um ciclo de gestão e associa cada fase a decisões, atividades, responsáveis, documentos, controles, indicadores e evidências.

A principal inovação do TRACE consiste em integrar diagnóstico, planejamento, execução, monitoramento e aprendizagem em uma única estrutura metodológica. Ao articular gestão baseada em evidências, governança orientada por dados e retroalimentação contínua, o modelo fortalece a implementação de SGC, promovendo coerência entre decisões, ações e avaliação, em conformidade com a ISO 37301.

Os diferenciais do TRACE residem em sua estrutura conceitual padronizada, que organiza o ciclo decisório de forma lógica e rastreável. O modelo amplia a transparência, a accountability, a eficiência operacional e o alinhamento entre os atores institucionais, favorecendo a conformidade normativa, a melhoria contínua e a consolidação de sistemas de gestão mais robustos, adaptativos e sustentáveis.

Entre outros, evidenciam os seguintes diferenciais do Ciclo TRACE:

# Primeiro diferencial: a integração entre prática e gestão do conhecimento. A experiência do SGC do TRE-GO deixa de depender exclusivamente da memória dos participantes e passa a ser registrada em uma arquitetura capaz de apoiar a continuidade institucional, a capacitação e a replicação.

# Segundo diferencial: o Ciclo de cinco fases: As-Is, To-Be, To-Do, To-See – Daily e To-Learn. A sequência conecta diagnóstico, planejamento, implementação, monitoramento e melhoria, evitando que compliance seja tratado como conjunto fragmentado de documentos ou controles.

# Terceiro diferencial: a granularidade operacional. As cinco fases são desdobradas em 60 passos, com objetivos e entregáveis. O Manual que documenta a metodologia organiza ainda cinco macroetapas, 20 etapas, 35 possíveis artefatos e cinco modelos orientativos, permitindo utilização como roteiro de implementação, instrumento de diagnóstico, referência para auditoria ou estrutura de melhoria de sistemas existentes.

# Quarto diferencial: a origem aplicada e avaliada externamente. A prática está vinculada ao SGC do TRE-GO, certificado em 2024 após auditoria e manutenção da certificação em 2025. A experiência foi também registrada no Portal CNJ de Boas Práticas, conferindo verificabilidade ao contexto institucional da solução.

# Quinto diferencial: o fato de o TRACE ser modular, adaptável e tecnologicamente neutro. Pode operar com processos eletrônicos, repositórios, planilhas, painéis e ferramentas de modelagem já disponíveis. A adoção pode ocorrer por escopo, unidade ou processo, de acordo com a maturidade, o porte e os riscos prioritários de cada organização.

Contexto e Alcance

Entidade responsável

A instituição proponente e responsável pela aplicação da prática é o TRE-GO. A metodologia encontra-se aplicada ao SGC do Tribunal, em Goiânia, Goiás.

Ilana Murici Ayres é a responsável técnica pela concepção da aplicação, pela estruturação metodológica, pela manutenção, pela revisão periódica e pela autorização das atualizações do TRACE. Também participou da implementação do SGC como Compliance Officer e Auditora Líder ISO 37301 e elaborou o Manual do SGC como produto técnico do Mestrado em Governança e Transformação Digital da UFT.

O SGC possui governança institucional composta pela Política e pelo Programa de Integridade, pelo Comitê de Integridade Corporativa e pela função de Compliance Officer. A continuidade operacional da prática ocorre no TRE-GO, com manutenção dos controles, monitoramento, auditoria, análise crítica e melhoria.

O Ciclo TRACE incorporado ao Manual registra referência autoral de Flávio Roldão de Carvalho Lelis, Ilana Murici Ayres, José Carlos Lucio Maia e Giovana Lucio Maia. A aplicação ao SGC, sua sistematização técnico-acadêmica e a curadoria do produto são conduzidas por Ilana Murici Ayres.

Público-alvo

O público-alvo primário é formado por órgãos e entidades da administração pública que pretendam implementar, avaliar ou aperfeiçoar SGC, especialmente instituições do Poder Judiciário e da Justiça Eleitoral.

No âmbito organizacional, a metodologia destina-se à alta administração, comitês de integridade e governança, compliance officers e unidades de planejamento, riscos, controles internos, auditoria, corregedoria, ouvidoria, gestão de pessoas, contratações, tecnologia, comunicação e gestão documental.

A prática atende organizações iniciantes, que necessitam de roteiro de implementação, e instituições maduras, que podem utilizá-la para diagnosticar lacunas, integrar indicadores, preparar auditorias e fortalecer a melhoria contínua.

Parceria e participação social
Sim
Beneficiários finais

O público-alvo primário é formado por órgãos e entidades da administração pública que pretendam implementar, avaliar ou aperfeiçoar SGC, especialmente instituições do Poder Judiciário e da Justiça Eleitoral.

No âmbito organizacional, a metodologia destina-se à alta administração, comitês de integridade e governança, compliance officers e unidades de planejamento, riscos, controles internos, auditoria, corregedoria, ouvidoria, gestão de pessoas, contratações, tecnologia, comunicação e gestão documental.

A prática atende organizações iniciantes, que necessitam de roteiro de implementação, e instituições maduras, que podem utilizá-la para diagnosticar lacunas, integrar indicadores, preparar auditorias e fortalecer a melhoria contínua.

Escopo jurisdicional
Federal
Nível de alcance
Estadual Nacional
Local de implantação

Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, em Goiânia, Goiás, onde a prática está implementada e em funcionamento contínuo.

Resultados e Impacto

Meta 1. Instituir e manter a governança do SGC. Resultado: Política e Programa de Integridade, Comitê de Integridade Corporativa, função de Compliance Officer e diretrizes formais de implementação, monitoramento e revisão.

Meta 2. Converter os requisitos da ISO 37301 em operação institucional. Resultado: estruturação de contexto, escopo, obrigações de compliance, riscos, controles, competências, comunicação, informação documentada, auditoria e análise crítica no âmbito do SGC do TRE-GO.

Meta 3. Submeter o sistema a avaliação independente. Resultado: certificação ABNT NBR ISO 37301 obtida em 2024 após auditoria externa e manutenção da certificação em 2025, demonstrando continuidade da operação.

Meta 4. Organizar diagnóstico, implementação, monitoramento e aprendizagem. Resultado: aplicação e sistematização do TRACE em cinco fases e 60 passos associados a objetivos e entregáveis.

Meta 5. Preservar o conhecimento institucional. Resultado: elaboração de Manual técnico de 67 páginas, com cinco macroetapas, 20 etapas, 35 possíveis artefatos, estruturas documentais mínimas e cinco modelos orientativos.

Meta 6. Assegurar rastreabilidade e melhoria contínua. Resultado: integração entre controles, registros, indicadores, auditorias, análise crítica e aprendizagem, permitindo acompanhar a manutenção do sistema e incorporar ajustes.

Meta 7. Obter validação e reconhecimento externo. Resultado: certificação e recertificação ISO 37301, além do registro da experiência no Portal CNJ de Boas Práticas sob o nº 1199 e reconhecimento como boa prática pelo 21ª Prêmio Innovare sob o número 247.

Meta 8. Ampliar a capacidade de replicação. Resultado: transformação da experiência institucional em metodologia documentada, modular e tecnologicamente neutra. A base metodológica foi divulgada nos Anais Infosfera 2025, e o Manual integrou o portfólio apresentado pelo TRE-GO ao 23º Prêmio Innovare em 2026.

Critério
Classificação
Justificativa
Escalabilidade
Muito alto

O Ciclo TRACE pode ser aplicado por escopo, unidade, processo ou conjunto de obrigações. Sua arquitetura modular permite iniciar pelos riscos prioritários e ampliar gradualmente a adoção. As fases, etapas, artefatos e passos podem ser selecionados conforme a maturidade da organização. Como não exige software proprietário, a expansão utiliza ferramentas já disponíveis.

Replicabilidade
Muito alto

A experiência foi convertida em metodologia genérica e adaptável. O Manual apresenta fundamentos, fases, etapas, modelos, responsabilidades, evidências esperadas e roteiro operacional. Outros órgãos podem reproduzir a lógica sem copiar mecanicamente o contexto do TRE-GO.

Sustentabilidade
Muito alto

A sustentabilidade decorre do funcionamento contínuo do SGC, da governança institucional, da responsabilidade técnica definida, do formato documental e da independência de tecnologia proprietária.

Impacto realizado ou potencial:

O primeiro impacto realizado é a consolidação de um SGC em funcionamento no TRE-GO, com governança, responsabilidades, riscos, controles, informação documentada, auditoria e melhoria contínua. A certificação obtida em 2024 e a auditoria sem registro de não conformidades com manutenção da certificação em 2025 constituem evidências independentes de operação e continuidade.
O segundo impacto é informacional. A aplicação do TRACE transforma conhecimento técnico e experiência institucional em arquitetura explícita, consultável e rastreável. O percurso deixa de depender apenas da memória dos participantes e passa a ser organizado em fases, passos, artefatos, objetivos e entregáveis.
Na dimensão organizacional, a prática integra liderança, compliance, riscos, planejamento, auditoria e áreas operacionais. Na dimensão técnica, relaciona requisitos da ISO 37301 a atividades e evidências. Na dimensão da aprendizagem, utiliza monitoramento, auditorias e análise crítica para identificar ajustes e alimentar a evolução do sistema.
O registro da experiência no Portal CNJ de Boas Práticas demonstra reconhecimento externo. A produção do Manual amplia o impacto ao converter a aplicação institucional em tecnologia de gestão do conhecimento, capaz de apoiar capacitação, continuidade administrativa, autoavaliação e replicação.
O impacto potencial é nacional. Tribunais e demais entidades públicas podem utilizar o TRACE para diagnosticar maturidade, planejar a implementação, organizar obrigações e riscos, produzir evidências, preparar auditorias ou aperfeiçoar sistemas existentes. A modularidade permite adoção proporcional ao porte, ao escopo e aos riscos de cada instituição.
Para ampliar a mensuração, a prática prevê o acompanhamento do número de aplicações, fases executadas, artefatos adotados, avaliações de utilidade, melhorias identificadas e resultados de auditoria. Esses indicadores permitirão comparar aplicações futuras e aperfeiçoar continuamente a metodologia.

Informações complementares

Governança, tecnologias e ferramentas:

A governança da prática combina responsabilidade institucional e curadoria técnica. O TRE-GO é responsável pelo ambiente de aplicação e pela continuidade operacional do SGC.

A estrutura institucional compreende a Política e o Programa de Integridade, o Comitê de Integridade Corporativa e a função de Compliance Officer, além dos processos de identificação de obrigações, avaliação de riscos, controles, comunicação, capacitação, auditoria, análise crítica e melhoria.

Os principais instrumentos da prática são: ciclo TRACE com cinco fases e 60 passos; cinco macroetapas; 20 etapas de implementação; 35 possíveis artefatos codificados; estruturas mínimas para documentos; e cinco modelos orientativos. Esses elementos são adaptados ao contexto, às obrigações, aos riscos e ao escopo organizacional.

A prática é tecnologicamente neutra. Sua aplicação utiliza ou pode utilizar processo eletrônico, repositórios documentais, planilhas controladas, painéis de indicadores, ferramentas de modelagem de processos, sistemas de riscos, plataformas de capacitação e canais digitais. A gestão das evidências observa controle de acesso, versionamento, integridade, rastreabilidade, preservação e disponibilidade.

O Manual utiliza como referência central a ISO 37301 e integra conteúdos de gestão de riscos, auditoria, antissuborno, canais de denúncia, governança, qualidade, segurança da informação, continuidade e responsabilidade social. As referências e os instrumentos são atualizados conforme mudanças normativas, auditorias, análises críticas e lições aprendidas.

O acompanhamento considera funcionamento do SGC, resultados de auditoria, manutenção da certificação, execução das fases do TRACE, artefatos utilizados, ajustes realizados e lições incorporadas. Nas replicações externas, deverá ser registrada a organização, o escopo, as fases aplicadas, o tempo investido, as adaptações e os resultados.

Evidências documentais e links:

Evidência metodológica principal: Manual do SGC, versão integral de 2026, contendo as fases, etapas, artefatos, modelos e passos do Ciclo TRACE.

Certificado ISO 37301 – TRE-GO

https://www.tre-go.jus.br/administracao/selos/certificado-iso-37301

Comprova a certificação do ambiente institucional em que a metodologia é aplicada.

Notícia de recertificação na ISO 37301, publicada em 23/09/2025

https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/2025/Setembro/tre-go-e-recertificado-na-iso-37301-e-reforca-compromisso-com-a-integridade

Demonstra a continuidade do SGC, a avaliação periódica e a aprendizagem institucional.

Portal CNJ de Boas Práticas – prática nº 1199

https://boaspraticas.cnj.jus.br/pratica/1199

Registra reconhecimento externo da prática implementada no TRE-GO.

Portaria PRES nº 274/2024 – TRE-GO

https://apps.tre-go.jus.br/internet/legislacao-compilada/portaria-da-presidencia/portaria-da-presidencia-202400274.htm

Comprova a estrutura de governança e as responsabilidades do Sistema de Gestão de Compliance.

Relatório de Gestão 2025 – TRE-GO

https://www.tre-go.jus.br/institucional/governanca-e-gestao-institucional/arquivos/relatorio-de-gestao-2025/%40%40display-file/file/Relatorio_Gestao_2025.pdf

Registra elementos institucionais de funcionamento, monitoramento e prestação de contas.

Anais Infosfera 2025

https://anais.infosfera.inf.br/2025

Comprova a disseminação anterior da experiência e da base metodológica, com título distinto da inscrição de 2026.

Portfólio do TRE-GO no 23º Prêmio Innovare

https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Julho/tre-go-concorre-ao-23o-premio-innovare-com-portfolio-de-boas-praticas

Registra o Manual entre as soluções apresentadas pelo TRE-GO em 2026, sem caracterizar premiação.

Apresentação institucional do Sistema de Gestão de Compliance

https://www.youtube.com/watch?v=gV9yvxH0jE0

Apresenta o Sistema de Gestão de Compliance em funcionamento e complementa as evidências documentais da prática.

https://drive.google.com/file/d/18rxTPN-xSRDYvHmEq_idgmry7ED3pT1n/view?usp=sharing