Resumo executivo
As Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) brasileiras reúnem cerca de 1,3 milhão de estudantes matriculados em cerca de 7.100 cursos de graduação, presenciais e a distância. Nesse universo, a evasão média se aproxima de 50%, um indicador crítico com impacto direto sobre o uso de recursos públicos e a permanência estudantil. Um diagnóstico realizado junto a gestores de 65 IFES revelou a extensão do problema: 73,8% das instituições não possuíam estratégia clara para o uso de dados na gestão da graduação; 58,5% indicaram que suas áreas de TI disponibilizavam dados de forma insuficiente; 66,2% não dispunham de plataforma própria para visualização de indicadores; e 78,5% relataram ausência de formação continuada sobre o uso de dados. Os dados públicos existem mas estão dispersos entre diferentes bases, em formatos heterogêneos e de difícil acesso para quem precisava decidir.
O Ecograd é uma plataforma nacional de Business Intelligence, desenvolvida pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em parceria com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES), concebida para transformar esse cenário. Por meio de um processo de extração, transformação e carga de dados, a plataforma integra e sistematiza as principais bases públicas da educação superior em um banco de dados consolidado, disponibilizando mais de 300 gráficos organizados em 33 painéis interativos. Os painéis cobrem todo o ciclo da graduação: ocupação de vagas, evasão, trancamento e diplomação, os indicadores oficiais de qualidade do INEP (CPC, IDD, Enade, IGC), a empregabilidade dos egressos com base em dados da RAIS, além de um módulo de boas práticas de gestão e um módulo de políticas públicas de educação superior. Toda a arquitetura foi construída exclusivamente com tecnologias de código aberto, o que garante sustentabilidade e independência tecnológica às instituições participantes.
O propósito central do Ecograd é democratizar o acesso a dados e indicadores da graduação entre os gestores das IFES, garantindo-lhes autonomia em relação ao acesso a dados da educação superior, fomentando o desenvolvimento de competências analíticas na gestão acadêmica e subsidiando o acompanhamento de indicadores de qualidade e o aperfeiçoamento das políticas institucionais. Um diferencial central da plataforma é permitir o benchmarking direto entre universidades, algo que soluções governamentais existentes, como o Universidade 360 e o Painel do Censo da Educação Superior do INEP, não oferecem, seja por limitações de atualização, seja por restringirem-se a uma única base de dados. Além disso, o Ecograd foi desenhado especificamente para a experiência do gestor da graduação, e não para o público em geral, o que orienta escolhas de usabilidade, filtros e navegação em todos os painéis.
A trajetória de implementação seguiu um processo estruturado de pesquisa, desenvolvimento e avaliação. Após as etapas de diagnóstico e desenvolvimento, o Ecograd foi validado em dois pilotos, o primeiro com cinco IFES e o segundo com mais dez instituições, sendo formalmente lançado no Conselho Pleno da ANDIFES em dezembro de 2021. A avaliação de aceitação, conduzida com base no modelo TAM (Technology Acceptance Model) junto a 52 respondentes, registrou índices de concordância entre 78,8% e 88,5% quanto à utilidade percebida da plataforma, evidenciando forte aderência às necessidades reais dos gestores.
Como resultado, o Ecograd alcançou adesão nacional: 69 IFES aderentes, com 58 delas em uso regular da plataforma, um alcance que nenhuma solução equivalente havia obtido no país. A governança do projeto é formalizada pela Resolução da Diretoria Executiva da ANDIFES, que institui um Comitê Gestor, uma Coordenação Técnico-Científica, responsável pela sustentabilidade e evolução da plataforma, e uma Coordenação Institucional em cada IFES participante, responsável pela promoção do uso interno. Esse arranjo assegura que o Ecograd não seja apenas uma ferramenta tecnológica, mas um espaço permanente de colaboração entre as instituições.
O impacto do Ecograd se manifesta na rotina de gestão das IFES aderentes, que passaram a utilizar a plataforma para subsidiar planejamentos institucionais, apoiar a avaliação de políticas públicas de educação superior e manter em pauta discussões sobre evasão, permanência qualificada e taxa de sucesso na conclusão dos cursos — temas que, antes da plataforma, eram tratados de forma incipiente ou sequer mensurados por parte significativa das instituições. Em reconhecimento a esses resultados, o Ecograd recebeu, em 2024, o Prêmio Nacional de Inovação na Gestão Universitária, concedido pelo INPEAU/UFSC.
Ao integrar dados públicos dispersos em indicadores padronizados e comparáveis, o Ecograd consolidou-se como referência nacional para a gestão fundamentada em dados e evidências na graduação das IFES brasileiras, contribuindo para o fortalecimento da tomada de decisão institucional e para a melhoria contínua da qualidade da educação superior pública no país.
Vídeo explicativo
Motivação e Justificativa
O Brasil possui, em suas Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), cerca de 1,3 milhão de estudantes matriculados em mais de 7 mil cursos de graduação, presenciais e a distância. Nesse cenário, as operações das IFES estão distribuídas entre reitorias, pró-reitorias, coordenações de curso e diversas unidades acadêmicas, cujos gestores precisam tomar decisões de planejamento estratégico e também resolver problemas contingenciais que emergem em diferentes níveis institucionais. Assim como em outros setores, em que se observa a emergência de organizações orientadas por dados (data-driven organizations), a gestão acadêmica das IFES passou a exigir maior capacidade analítica para compreender fenômenos como o sucesso, a retenção e a evasão dos estudantes.
Antes do Ecograd, as IFES dependiam essencialmente de relatórios emitidos pelo governo federal, como os divulgados periodicamente pelo INEP a partir do Censo da Educação Superior, e de estudos esporádicos e pontuais, conduzidos internamente ou por pesquisadores, sobre indicadores de evasão, retenção e diplomação. Não havia, portanto, um instrumento contínuo e próprio que permitisse aos gestores acompanhar esses indicadores de forma sistemática. Agravando esse quadro, constatou-se que havia diversas formas distintas de se calcular indicadores como evasão, retenção e diplomação, cada instituição ou estudo adotando metodologias próprias, o que impedia uma visão unificada e comparativa entre os indicadores das diferentes IFES. Como consequência, muitas instituições sequer conheciam com precisão a taxa de evasão de seus próprios cursos, tampouco tinham como comparar seus resultados com os de outras IFES para identificar posições relativas, tendências ou boas práticas replicáveis.
Esse cenário foi confirmado por um diagnóstico conduzido por meio de survey junto a gestores de graduação de 65 IFES brasileiras sobre o uso de dados na gestão acadêmica. Os resultados evidenciaram lacunas estruturais: 73,8% das instituições não possuíam estratégia clara para o uso de dados na gestão da graduação; 58,5% relataram que a área de TI disponibilizava dados de forma insuficiente para subsidiar decisões; 66,2% não dispunham, ou dispunham de forma limitada, de uma plataforma própria para visualização de painéis com medidas e indicadores; e 78,5% indicaram ausência de formação continuada sobre o uso de dados para a gestão. Esses números confirmaram que, apesar de cada IFES possuir um nível distinto de maturidade analítica, a capacidade de transformar dados públicos dispersos em informação padronizada e comparável ainda era incipiente em toda a rede federal de ensino superior.
Parte dessa lacuna decorre também da própria natureza do uso de bases de dados públicas na gestão, que impõe desafios técnicos relevantes: o grande volume de dados envolvido, que exige infraestrutura e processos adequados de extração e transformação; a qualidade das informações fornecidas pelas próprias instituições ao Censo e a outras bases, que torna indispensável um processo contínuo de verificação e validação; e a mudança da estrutura dessas bases ao longo do tempo, que exige monitoramento constante de integridade.
Embora existam iniciativas governamentais voltadas à gestão do ensino superior, como o Universidade 360 e o Painel do Censo da Educação Superior do INEP, ambas apresentavam limitações relevantes. O Universidade 360 permanece desatualizado, com dados disponíveis apenas até 2021, enquanto o Painel do Censo restringia-se a uma única base de dados, sem permitir a integração com outras fontes nem o cruzamento com indicadores de qualidade, empregabilidade ou desempenho no Sisu. Nenhuma das duas soluções oferece benchmarking direto entre instituições em um mesmo painel, tampouco resolve a inconsistência metodológica no cálculo de indicadores centrais como a evasão.
Diante desse conjunto de desafios — a dependência de relatórios governamentais periódicos e estudos pontuais, a inexistência de metodologias padronizadas de cálculo de indicadores, a dispersão de dados públicos relevantes e a insuficiência das soluções governamentais disponíveis —, desenvolvemos uma plataforma contínua, própria e padronizada, capaz de transformar dados brutos em informação organizada, confiável e comparável para os gestores da graduação. Essa necessidade também se conectava a uma preocupação mais ampla das IFES e da ANDIFES: o uso eficiente dos recursos públicos investidos na educação superior depende diretamente da capacidade de identificar, com evidências consistentes, os pontos críticos relacionados à evasão, à permanência e à qualidade dos cursos.
Foi nesse contexto que se concebeu o Ecograd: um sistema analítico, fruto de um projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação, com o propósito de substituir a dependência de relatórios esporádicos e metodologias divergentes por indicadores padronizados, contínuos e comparáveis, contribuindo para uma gestão da graduação fundamentada em dados e evidências nas IFES brasileiras.
- 4 - Educação de qualidade
O Ecograd se diferencia de um projeto de dados comum por integrar seis bases públicas heterogêneas (Censo/INEP, Sisu, Enade, RAIS, IBGE) em indicadores padronizados e inéditos, como uma taxa de evasão unificada, algo que soluções existentes, como o Universidade 360 (desatualizado) ou o Painel do Censo (restrito a uma base), não oferecem. É a única a permitir benchmarking direto entre IFES no mesmo painel, com módulo próprio de boas práticas.
Seu desenvolvimento seguiu rigor metodológico: diagnóstico com 65 IFES, dois pilotos com 15 instituições e validação pelo modelo TAM (78,8%-88,5% de concordância sobre utilidade e facilidade de uso), comprovando aderência real às necessidades dos gestores. A arquitetura é 100% software livre, garantindo independência e baixo custo.
Sua governança institucionalizada sustenta adoção nacional (68 IFES, 58 em uso regular) e rendeu o Prêmio Nacional de Inovação na Gestão Universitária (INPEAU/UFSC, 2024).
Contexto e Alcance
A criação e manutenção do Ecograd são de responsabilidade da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio de pesquisadores de diferentes departamentos e áreas de conhecimento como Administração, Computação e Educação, além de contar com o apoio da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI/UFPB). Além disso, o projeto tem parceria institucional com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES).
A parceria é formalizada pela Diretoria Executiva da ANDIFES, que institui a governança do projeto por meio de um Comitê Gestor, de uma Coordenação Técnico-Científica (UFPB), responsável pelo desenvolvimento e pela sustentabilidade técnica da plataforma, e de uma Coordenação Institucional em cada uma das IFES aderentes, responsável pela promoção do uso interno da ferramenta.
O público-alvo direto do Ecograd é composto pelos órgãos de gestão acadêmica das 69 Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) aderentes, especialmente reitorias, pró-reitorias de graduação, coordenações de curso e demais unidades acadêmicas responsáveis pelo planejamento e acompanhamento de indicadores de ocupação, evasão, retenção, diplomação, empregabilidade e indicadores de qualidade.
Como entidade parceira e interessada institucional, destaca-se a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES), que utiliza os dados consolidados na plataforma para subsidiar a interlocução técnica com o Ministério da Educação (MEC) e demais órgãos públicos sobre políticas de educação superior. Indiretamente, o Ecograd também interessa aos estudantes de graduação, beneficiários finais das melhorias na gestão acadêmica promovidas pelo uso da plataforma.
O público-alvo direto do Ecograd é composto pelos órgãos de gestão acadêmica das 69 Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) aderentes, especialmente reitorias, pró-reitorias de graduação, coordenações de curso e demais unidades acadêmicas responsáveis pelo planejamento e acompanhamento de indicadores de ocupação, evasão, retenção, diplomação, empregabilidade e indicadores de qualidade.
Como entidade parceira e interessada institucional, destaca-se a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES), que utiliza os dados consolidados na plataforma para subsidiar a interlocução técnica com o Ministério da Educação (MEC) e demais órgãos públicos sobre políticas de educação superior. Indiretamente, o Ecograd também interessa aos estudantes de graduação, beneficiários finais das melhorias na gestão acadêmica promovidas pelo uso da plataforma.
Como se trata de um sistema informacional adotado pelas IFES brasileiras, a localização abrange todos os municípios e estados que possuem campus dessas IFES.
Resultados e Impacto
O Ecograd foi concebido com quatro objetivos: (1) democratizar o acesso a informações objetivas para a tomada de decisão dos gestores das IFES; (2) fomentar competências analíticas na gestão da graduação; (3) fortalecer políticas institucionais voltadas à graduação; e (4) dar autonomia às IFES na geração de evidências sobre seus próprios indicadores.
Os resultados alcançados confirmam cada objetivo: (1) 69 IFES aderiram formalmente e 58 utilizam a plataforma regularmente, segundo o painel público de monitoramento (ecograd.ufpb.br/monitoramento); (2) avaliação pelo modelo TAM registrou 78,8%-88,5% de concordância quanto à utilidade e facilidade percebida pelos gestores; (3) as IFES passaram a usar o Ecograd para pautar discussões e políticas de evasão, permanência e diplomação; (4) indicadores próprios e padronizados, antes inexistentes de forma unificada, substituíram a dependência de relatórios esporádicos e metodologias divergentes.
A sustentabilidade do Ecograd está assegurada por sua governança institucionalizada (Resolução ANDIFES nº 04/2022), com Comitê Gestor, Coordenação Técnico-Científica e Coordenação Institucional em cada IFES, além de arquitetura 100% em software livre, que evita dependência de fornecedores e reduz custos de manutenção. O projeto é renovado anualmente para atualização de dados e desenvolvimento de novas funcionalidades, com evolução contínua guiada por monitoramento de uso e feedback dos gestores.
Já em escala nacional (69 IFES aderentes), o Ecograd tem alto potencial de expansão: estão em andamento a integração de novas bases de dados e o uso de inteligência artificial para aprimorar a experiência do gestor. O modelo pode ser adaptado a outros níveis da educação pública (pós-graduação, institutos federais) ou a outras políticas públicas que demandem integração de dados dispersos e benchmarking entre órgãos.
O Ecograd apresenta capacidade de ser replicado e adaptado por outros órgãos ou jurisdições. Sua arquitetura é construída inteiramente com tecnologias open source, sem dependência de licenças proprietárias, e seu processo de desenvolvimento seguiu etapas documentadas e replicáveis: diagnóstico das necessidades dos gestores, pilotos de validação, avaliação de aceitação pelo modelo TAM e institucionalização por meio de governança formal.
Essa estrutura pode ser adaptada por redes com necessidades semelhantes de integração de dados dispersos, como universidades estaduais, institutos federais ou outras esferas da administração pública que lidam com bases governamentais heterogêneas. A padronização de indicadores, o modelo de governança compartilhada (Comitê Gestor e Coordenações Técnica e Institucional) e a documentação do processo de carga e transformação de dados constituem um roteiro metodológico transferível a outras jurisdições, independentemente do órgão adotante.
O Ecograd foi projetado para operar sem exigir recursos ou atenção extraordinários. A arquitetura em software livre elimina custos recorrentes de licenciamento.
A governança formalizada pela Resolução ANDIFES nº 04/2022 já distribui responsabilidades de forma estável: a Coordenação Técnico-Científica, na UFPB, mantém a sustentabilidade técnica da plataforma como parte de sua rotina institucional, enquanto cada IFES aderente possui sua própria Coordenação Institucional, responsável pela promoção do uso local. Esse arranjo evita a concentração de esforços em uma única equipe e dispensa aportes financeiros extraordinários, uma vez que o financiamento pela ANDIFES já integra o orçamento anual regular do projeto.
Nos últimos dois anos, o Ecograd consolidou-se como infraestrutura de inteligência institucional em escala nacional, ampliando a adesão para 69 IFES, com 58 em uso regular. Esse crescimento fortaleceu a interlocução técnica da ANDIFES com o MEC e demais órgãos públicos, subsidiando o aperfeiçoamento de políticas de educação superior com evidências consolidadas entre instituições.
Como validação externa, o Ecograd recebeu, em 2024, o Prêmio Nacional de Inovação na Gestão Universitária (INPEAU/UFSC). O período também trouxe evolução tecnológica contínua, com novos painéis, o módulo de boas práticas de gestão, e a integração de novas bases de dados, além de iniciativas em andamento para uso de inteligência artificial. A produção acadêmica (publicações em eventos como SBSI e ENANPAD) ampliou a disseminação da experiência para outras IFES e pesquisadores da área. O Ecograd também ganhou menção honrosa como sendo um dos melhores Produtos Técnico-Tecnológico do Enanpad Profissional 2024.
Informações complementares
A governança do Ecograd é formalizada pela Resolução ANDIFES nº 04/2022, estruturada em três instâncias: o Comitê Gestor, responsável por deliberar sobre o funcionamento do ecossistema e autorizar o uso de dados para pesquisa; a Coordenação Institucional, exercida por representante de cada IFES, responsável pela interlocução com a equipe técnica; e a Coordenação Técnico-Científica, responsável pela sustentabilidade, manutenção e evolução da plataforma.
Como ferramenta de gestão, as demandas, tarefas e informações da equipe técnica são organizadas e acompanhadas por meio do Trello, permitindo o controle do fluxo de trabalho, a priorização de atividades e o acompanhamento colaborativo do desenvolvimento e da manutenção do sistema. Semanalmente, ocorrem reuniões de alinhamento e acompanhamento das atividades do projeto.
- https://www.ufpb.br/ufpb/contents/noticias/ufpb-coordena-criacao-de-plataforma-online-para-universidades
- https://www.andifes.org.br/2021/12/13/andifes-realiza-primeira-reuniao-presencial-do-conselho-pleno-apos-mais-de-18-meses/
- https://www2.ufjf.br/noticias/2023/04/27/sistema-para-gestao-dos-dados-da-graduacao-no-pais-e-tema-de-palestra-na-ufjf/
- https://noticias.unb.br/ensino/7001-seminario-do-deg-apresenta-tecnologias-para-facilitar-gestao-da-qualidade-dos-cursos
- https://ufam.edu.br/ultimos-eventos/5926-ufam-debate-sobre-evasao-e-retencao-no-ensino-de-graduacao.html
- https://www.uft.edu.br/noticias/palestras-discutem-diretrizes-estrategicas-e-tendencias-para-o-pdi-2026-2030
- http://plone.ufpb.br/ufpb/contents/noticias/desenvolvido-na-ufpb-projeto-ecograd-recebera-premiacao-nacional-de-inovacao-na-gestao-universitaria
